Enquanto o Conilon domina a produtividade e a resistência, o Café Arábica mantém a supremacia na xícara. Originário das terras altas da Etiópia, exige temperaturas amenas (18–22°C) e possui características únicas: grãos mais doces, acidez complexa e até 50% menos cafeína que o seu concorrente. Cultivado majoritariamente em Minas Gerais, o Arábica (com variedades como Catuaí e Mundo Novo) demanda cuidados específicos, como crescimento de caule único e autofecundação, resultando em um perfil sensorial sofisticado que justifica sua valorização no mercado de cafés especiais.




